terça-feira, 30 de agosto de 2011

Do Temor à Convicção

Estava conversando com Deus sobre meus temores. Francamente acerca de um único temor. Apresentei-o à Deus e mostrei esta grande preocupação. Senti-me mais confortado, mais forte, mais seguro em Deus e convicto. Entendo que os momentos de temor e indecisão ofuscam nossas convicções, nossa confiança. Mas, em meio a estas intemperes O Senhor dedica seu tempo a nos fortalecer em nossas convicções. Foi assim com homens e mulheres no passado, sejam os relatados na Bíblica, ou aqueles relatados pela história comum.
Eu, como disse, senti-me convicto daquilo que mais amo. Da importância do ensino. Percebo com mais nitidez que antes, o quanto é importante ministrarmos aos que estão ao redor a preciosa Palavra de Deus. Vejo o quanto é importante ensinarmos o comportamento em sociedade, os relacionamentos, os limites e os direitos. Vejo o quanto é importante ensinarmos uma profissão, uma forma que possibilite ao próximo ter seu sustento dignamente. É sem sombra de dúvidas importante, mas, um pouco mais que simplesmente importante, é gratificante contribuir com o crescimento espiritual, intelectual, moral e emocional.
O ensino é paulatino, como o banho maria que cozinha o saboroso pudim. É constante. Requer longanimidade e temperança daqueles que ministram. Exige preparo, amor e criatividade. Estes são esforços realizados pelo ensinador, no oculto e longe dos holofotes, e duram apenas alguns minutos, vistos por expectadores que se encantam com as palavras e as joias descobertas. Ensinos que ao final brilham como a mais bela das pedras preciosas. Brilho que na verdade apenas espelha o refulgir ainda maior daqueles que um dia ensinaram a justiça a muitos (Dn 12:3b)

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